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From Freud’s love of transference to an ethics of affectivity in Sándor Ferenczi
Com a autoria de Ana Fátima Aguiar & Marina F. R. Ribeiro, o artigo foi publicado no International Forum of Psychoanalysis em setembro de 2026. Abstract This article discusses the conception of love in the psychoanalytic clinic, from Freudian neutrality, representative of early psychoanalytic technique, to the shift toward what we call an “ethics of affectivity,” with the thought of Sándor Ferenczi as its central axis. Starting from Freudian warnings about transference and...
6 de set.37 min de leitura
![Violência herdada [1]: Colonialidade, conhecido não pensado e possibilidades de transformação](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_465336b242a3470dbfc5d2b9133db965~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_465336b242a3470dbfc5d2b9133db965~mv2.webp)
![Violência herdada [1]: Colonialidade, conhecido não pensado e possibilidades de transformação](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_465336b242a3470dbfc5d2b9133db965~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_465336b242a3470dbfc5d2b9133db965~mv2.webp)
Violência herdada [1]: Colonialidade, conhecido não pensado e possibilidades de transformação
Artigo com a autoria de Cristina Martins Tavelin [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3] publicado em 2026 na Revista Brasileira de Psicanálise, Volume 60, n. 2, 45-59. Resumo: As autoras investigam a herança psíquica da violência em sociedades marcadas pela colonialidade, articulando contribuições de Frantz Fanon e Christopher Bollas. Partem da hipótese de que a violência racista colonial não se restringe ao plano sócio-histórico, mas se inscreve no psiquismo como conhecid
5 de set.22 min de leitura


Elogio ao amor: porosidade e captação do humano na clínica psicanalítica
Artigo publicado na Revista Brasileira de Psicanálise · Volume 60, n. 1, 157-171 em 2026, com autoria de Ana Fátima Aguiar [1] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [2]. Resumo: As autoras examinam a relevância da abertura amorosa do analista como fundamento para a criação de um campo clínico permeável e transformador. Propõem que essa abertura configure uma forma de porosidade psicanalítica capaz de captar a experiência humana em sua complexidade, acolhendo afetos, tensões e fra
5 de set.21 min de leitura
![Empatia, intuição e reverie: de
Ferenczi a Bion, os afetos e o campo da intersubjetividade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2eee230e7098412bad2b5cd918ce58b8~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2eee230e7098412bad2b5cd918ce58b8~mv2.webp)
![Empatia, intuição e reverie: de
Ferenczi a Bion, os afetos e o campo da intersubjetividade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2eee230e7098412bad2b5cd918ce58b8~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_2eee230e7098412bad2b5cd918ce58b8~mv2.webp)
Empatia, intuição e reverie: de Ferenczi a Bion, os afetos e o campo da intersubjetividade [1]
Artigo com a autoria de Thais M. A. Ferreira [2], Ana Fátima Aguiar [3] e Marina F. R. Ribeiro [4]. Publicado em 2026 no "Cadernos de Psicanálise", CPRJ, 2025. Resumo Sándor Ferenczi inaugura um caminho para se pensar a mutualidade na relação analítica, gérmen da noção de intersubjetividade. É neste espaço-tempo do pensamento psicanalítico que surgem as reflexões às quais nos propomos discutir neste trabalho: um trajeto que parte da comunicação entre inconscientes, bebe da vi
5 de set.12 min de leitura


Browsing Infinity: Devitalized States and the Use of Digital Technologies
Este artigo foi publicado em 2025 no The American Journal of Psychoanalysis. Authors: Marina José Abud da Silva ; Marina Ferreira da Rosa Ribeiro Translation done by Eduardo Jefferson de Oliveira, cmo.edu@gmail.com Abstract: The advent of the Internet, the digitization of reality, and the incorporation of digital devices into our daily lives have proven to be extremely relevant phenomena for understanding contemporary forms of subjectivation. Psychoanalysis, by privileging a
4 de set.37 min de leitura


O tempo atual de David Zimerman e Idete Zimerman Bizzi - Prefácio à 2ª edição
Prefácio escrito por Marina F. R. Ribeiro para a 2ª edição do livro Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, Técnica e Clínica - Abordagem Didática publicado em 2026 pela Artmed. O que é verdadeiramente atual é aquilo que não se desgasta com o tempo; ao contrário, adquire maior relevância à medida que os anos passam. Nesse sentido, o livro de David E. Zimerman e Idete Zimerman Bizzi configura-se como uma obra de referência, continuamente pertinente para psicanalistas em diferentes
31 de ago.9 min de leitura


As linguagens da ternura e da paixão
Artigo escrito por Marina F. R. Ribeiro [1] e Péricles Pinheiro Machado Jr. [2], publicado no Jornal de Psicanálise em 2019. A consideração simultânea da dimensão sexual e da dimensão das relações de objeto era uma marca da atualidade de Bálint, retomada nos dias de hoje, por exemplo, por André Green (Figueiredo, Ribeiro & Tamburrino, 2012). De que modo podemos cotejar o primoroso trabalho de Bálint, "Eros e Afrodite", escrito em 1936, com as discussões da psicanálise contemp
31 de jul.9 min de leitura


A "conversa" analítica: as palavras são as pessoas que as pronunciam
Escrito por Marina F. R. Ribeiro e publicado no Boletim Formação em Psicanálise (São Paulo), v. X, n.X, p. 104-110, 2003. Resumo: A "conversa" analítica, como diz Donald Meltzer, é a mais interessante que dois seres humanos poderiam ter. É a técnica psicanalítica que torna tal conversa tão especifica e surpreendente. A "conversa" analítica pode ser compreendida como um derivado narrativo - conceito de Antonino Ferro - da sessão. Por meio dessa complexa "conversa" o analisando
31 de jul.7 min de leitura


Sem memória, sem desejo, sem compreensão prévia
Texto publicado no Vozes da Psicanálise – Clínica, teoria e pluralismo. Vol.2 1943-1966. 1ed. São Paulo: Blucher, 2023, v. 2, p. 263-268. Autores: Davi Berciano Flores [1] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [2] Bion (1965b/2014, 1967/2014) propõe um estado de mente na clínica psicanalítica no qual o analista escute seu analisando “sem memória, sem desejo e sem compreensão prévia”. Esta proposta é tomada, pelo próprio autor, como uma extensão da “atenção livremente flutuante” d
31 de jul.5 min de leitura


A difícil relação mãe-filha: a mulher, a maternidade e os entrelaces psíquicos entre gerações
Texto publicado na Revista/Jornal Psique Ciência e Vida em 2007, São Paulo. p. 34-41, escrito por Marina F. R. Ribeiro. Entre uma mãe e uma filha há muitos mundos... O da paixão, da fusão, da ilusão de que não há limites de compreensão, nem de amor. O do afeto, da amizade, da delicadeza, da realização, da continuidade, do resgate, do carinho, da beleza, da maternidade e infinitos outros. Há, também, o universo da raiva, da rivalidade, da cobrança, do conflito, da inveja, da d
31 de jul.14 min de leitura


Ascensão social e ruptura de contrato narcísico: a escuta na clínica social como lugar de manutenção de existência
Artigo publicado na Revista Rumos, Anuário de Psicanálise, em setembro de 2019, com a autoria de Taís de Oliveira Nicoletti [1] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [2]. Este trabalho é parte integrante de uma pesquisa de mestrado [3], cujo tema foi inspirado em diversos atendimentos de pacientes encaminhados pela rede de atendimento do CEP enquanto dela fiz parte, de 2011 a 2017. Esses pacientes têm, em seu passado recente ou no presente, uma trajetória de ascensão social, o qu
31 de jul.10 min de leitura


A função psicanalítica da personalidade do analista e a linguagem de alcance (o analista no seu ofício contínuo de vir a ser)
Capítulo 12 do livro "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos - diálogos bionianos; organizado por Marina F. Ribeiro e Elisa M. U. Cintra". A autoria do capítulo é de Marina F. R. Ribeiro. No meio do caminho [1] No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Carlos Drummond de Andrade Sou água que corre pelas pedras: liberdade caça jeito. Manoel de Barros Entre palavras Flanalma Acalmalma Crialma Vira
29 de jul.11 min de leitura


Abrindo os diálogos: vastas emoções e pensamentos imperfeitos
Apresentação do livro "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos - Diálogos bionianos" escrito por Marina F. R. Ribeiro e Elisa Maria de Ulhôa Cintra. O procedimento analítico é uma tentativa de introduzir o paciente a quem ele é, pois, goste ou não, isto é um casamento que vai durar tanto tempo quanto ele viver (Bion, 1992, p. 117). Freud (1900), ao descrever as peculiaridades psicológicas do sonho, no livro "A interpretação dos sonhos", cita Havelock Ellis, autor que descrev
29 de jul.11 min de leitura
![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]
Capítulo 8 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. E o corpo fazia-se planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas, 1971, p. 16. Somos convocados a um tempo de árduos trabalhos de lutos. Precisamos de coragem (considerando, etimologicamente, que o vocábulo provém de cor, ou seja, coração); mas, como qualquer guerreiro que esmorece e descansa entre uma bat
28 de jun.35 min de leitura
![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]
Capítulo 7 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais. Clarice Lispector, Perto do coração selvagem, 1980, p. 50. O objetivo deste capítulo é discorrer sobre o pensamento de Thomas Ogden no que se refere à compreensão das ideias de vitalidade e de desvitalização no processo analítico, além da linguagem vitalizadora do ana
28 de jun.25 min de leitura


Vitalização como uma função analítica: uma proposição a partir do pensamento de Winnicott
Capítulo 4 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde e lentamente passo a mão nessa forma insegura. Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se. Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico. É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio. Carlos Drummond de Andrade, "A flor e a náusea", 1967. Neste capít
26 de jun.36 min de leitura


A dimensão vitalizadora da função analítica: da técnica ativa à elasticidade da técnica ferencziana
Capítulo 1 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César, Marina F. R. Ribeiro e Claudia Mazzini Perrotta. No livro Esta arte da psicanálise: sonhando sonhos não sonhados e gritos interrompidos, de Thomas Ogden (2010), encontramos logo no segundo capítulo, intitulado "Do que eu não abriria mão", a enumeração do que ele considera como valores essenciais sustentadores de um trabalho analítico. O autor adverte que não se trata de es
26 de jun.30 min de leitura


Introdução do livro Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista
Escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Estar vivo é tudo (Donald W. Winnicott, 1963, p. 174). É com essa instigante afirmativa de Winnicott, apresentada nas linhas finais do texto "Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos" (1963/1982a), que iniciamos este livro. A essa sentença aparentemente simples, mas desdobrável em complexidade e intensidades, acrescenta: "É um esforço constante chegar ao ponto inicial e aí se manter". E fin
26 de jun.16 min de leitura


Uma reflexão sobre os discursos direto, tangencial e non sequiturs de Ogden e a busca da vida não vivida. Visitação: quando as palavras vêm ao nosso encontro
Capítulo 12 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Fátima Florido César [1], Marina F. R. Ribeiro [2]. Anunciação (...) Nele, Maria está sentada perto de uma janela e vê-se pelo volume de seu ventre que está grávida. O arcanjo, de pé ao seu lado, olha-a. E ela, como se mal suportasse o que lhe fora anunciado como destino seu e destino para a humanidade futura através dela, Maria aperta a garganta com a mão, em surpresa e angústia. (...) É a mais bela e cruciante v
22 de jun.24 min de leitura
![As Palavras Aladas [1] de Ogden](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.webp)
![As Palavras Aladas [1] de Ogden](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.webp)
As Palavras Aladas [1] de Ogden
Capítulo 11 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Fátima Florido César [2], Marina F. R. Ribeiro [3]. (...) a linguagem não é apenas uma cesta na qual as ideias são transportadas: a maneira pela qual a linguagem é usada para expressar uma ideia é inseparável do conteúdo da ideia [4]. (Ogden, 2016a) (...) Porque a maneira de reduzir o isolado que somos dentro de nós mesmos, rodeados de distâncias e lembranças, é botando enchimento nas palavras. É botando apelidos,
21 de jun.26 min de leitura
Marina Ferreira da Rosa Ribeiro
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