

Apresentação: Lendo Thomas Ogden
Apresentação do livro "Por que Ogden?" (2023) com autoria de Marina F. R. Ribeiro [1]. O livro terá fracassado se não se tornar um objeto de estudo para o leitor, e se a própria leitura não for uma experiência emocional. Minha esperança é que esta seja uma experiência que conduza a uma ampliação da capacidade do analista para mobilizar os próprios recursos de conhecimento, observação clínica e construção teórica (Bion, Cogitações, 1992/2000, p. 269) Inspirada nesta epígrafe d
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Trechos Selecionados da Obra de Melanie Klein
Capítulo XI do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Este capítulo apresenta trechos da obra kleiniana que trazem seus principais conceitos. As citações estão organizadas por temas e representam, dentro dos textos aos quais pertencem, uma espécie de síntesedo conceito abordado, facilitando assim o trabalho de investigação e pesquisa [1]. A intenção é que o leitor entre em contato com a nossa autora em momentos diferen
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Identificação Projetiva: desdobramentos técnicos
Capítulo IX do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Klein observou que no início da vida já estavam presentes fortes ansiedades, como já dito. Na cronologia da vida, a primeira posição é a esquizoparanoide; mas a posição depressiva foi descrita em 1935 e 1940, e a esquizoparanoide, em 1946. Nessa ocasião, ela também descreve, pela primeira vez, outro importante conceito, a identificação projetiva, que teve vários des
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Inveja e Gratidão: alguns apontamentos
Capítulo VIII do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Como vimos anteriormente, Melanie Klein (1957/1996) publicou o texto "Inveja e Gratidão", na década de 1950. Nele, destacou a forma de aparição dos impulsos destrutivos que se configuram como inveja, correspondendo ao desejo de atacar e destruir o bom objeto, aquele que é a base da saúde psíquica. Vamos então, neste capítulo, aprofundar o tema. O objeto por excelê
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![A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.webp)
![A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.webp)
A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]
Capítulo VII do livro "Por que Klein?" (2018) escrito por Marina F. R. Ribeiro. Primeiramente, gostaríamos de retomar os conceitos de posição e fase, explicitados no capítulo sobre as posições esquizoparanoide e depressiva. Em 1932, [2] Klein utiliza as duas expressões: fase da feminilidade e posição feminina, não fazendo distinção entre elas. No entanto, fase traz o caráter de algo passageiro, de que existe uma passagem para outro patamar, outra fase; ou seja, traz no seu âm
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