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Inveja e Gratidão: alguns apontamentos
Capítulo VIII do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Como vimos anteriormente, Melanie Klein (1957/1996) publicou o texto "Inveja e Gratidão", na década de 1950. Nele, destacou a forma de aparição dos impulsos destrutivos que se configuram como inveja, correspondendo ao desejo de atacar e destruir o bom objeto, aquele que é a base da saúde psíquica. Vamos então, neste capítulo, aprofundar o tema. O objeto por excelê
3 de mai.19 min de leitura
![A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.webp)
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A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]
Capítulo VII do livro "Por que Klein?" (2018) escrito por Marina F. R. Ribeiro. Primeiramente, gostaríamos de retomar os conceitos de posição e fase, explicitados no capítulo sobre as posições esquizoparanoide e depressiva. Em 1932, [2] Klein utiliza as duas expressões: fase da feminilidade e posição feminina, não fazendo distinção entre elas. No entanto, fase traz o caráter de algo passageiro, de que existe uma passagem para outro patamar, outra fase; ou seja, traz no seu âm
2 de mai.11 min de leitura


As Posições Esquizoparanoide e Depressiva: o movimento da mente
Capítulo VI do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. As posições são configurações complexas e sempre em mutação, formadas por ansiedades, defesas e modos de relação de objeto. O termo posição aparece sutilmente no texto, de 1928, "Estágios iniciais do conflito edipiano", no qual Klein apresenta sua teoria do funcionamento mental, que, sem negar as fases libidinais propostas por Freud, traz uma nova perspectiva de ent
2 de mai.22 min de leitura


O Arcaico em Klein
Capítulo V do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Há um aspecto que nos conduz diretamente ao núcleo da herança kleiniana: sua linguagem. Trata-se de uma forma de comunicação que nos permite um contato direto com a dimensão concreta e corpórea da fantasia infantil, por sua constante referência aos órgãos e fluidos do corpo. E talvez justamente esse aspecto possa, em um primeiro momento, levar a uma imediata rejeição
2 de mai.26 min de leitura


A Fantasia Inconsciente: leituras atuais
Capítulo IV do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. O conceito de fantasia inconsciente é outra grande contribuição do pensamento kleiniano para a psicanálise. Ainda que o termo já figurasse no texto freudiano, foi Klein quem investigou profundamente o funcionamento arcaico da mente. De fato, Freud (1923/1980) havia postulado: "... o ego é, antes de qualquer coisa, um ego corporal..."; no entanto, Klein explorou clín
1 de mai.5 min de leitura


A genialidade da análise com crianças e seus desdobramentos na clínica
Capítulo III do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. A primeira e a mais revolucionária contribuição kleiniana para a clínica contemporânea, certamente a mais assimilada por inúmeros psicanalistas, foi a descoberta da análise de crianças. Assim, o que na década de 1920 era visto como um ato de ousadia se tornou uma experiência clínica cotidiana. Mas como isso aconteceu? O início desta história remonta à própria exper
1 de mai.9 min de leitura


Introdução: Por que Klein?
Introdução do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Klein (1955/1996b) nos trouxe várias contribuições conceituais que expandiram o conhecimento psicanalítico, como a noção de objetos internos e de que as relações objetais estão presentes desde o inicio da vida. Nunca abandonou a ideia de um conflito entre pulsões de vida e de morte, tal como descrito por Freud, nem a dimensão das intensidades, ou seja, o vértice econ
1 de mai.13 min de leitura


Apresentação: Por que Klein hoje?
Apresentação do livro "Por que Klein?" (2018) escrito por Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Por que Melanie Klein? E por que hoje? Essas são as perguntas que iluminam este livro. Pensar na transmissão do legado de Klein leva diretamente aos efeitos que seus escritos vêm produzindo e à infinidade de autores que se seguiram pelo mundo afora. Trata-se, pois, de obra seminal, cujas concepções contêm sementes de futuros pensamentos, suscitando, alimentando e cria
29 de abr.5 min de leitura


Sonhando futuros: o analista como guardião do porvir - uma perspectiva bollasiana
Este texto é um capítulo do livro “Por que Bollas?” (2024) da Editora Zagodoni, organizado por Elisa Cintra. O capítulo (cap. 8) foi escrito por Marina Ribeiro [1] e Fátima Flórido César [2]. A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. Eduardo Galeano (1994, p. 310). S
29 de abr.16 min de leitura


A pesca do fragmento intersubjetivo na pesquisa psicanalítica
Este texto é um capítulo do livro "Pesquisas acadêmicas em psicanálise: reflexões teóricas e ilustrações prática" (2022), organizado por Nadja Nara Barbosa Pinheiro, Rodrigo Sanches Peres e Sílvia Nogueira Cordeiro. A pesca do fragmento intersubjetivo na pesquisa psicanalítica [1] Autores: Marina Ferreira da Rosa Ribeiro, Davi Berciano Flores e Janderson Farias Silvestre Ramos. Sem especular e teorizar – quase digo: fantasiar – de maneira metapsicológica, não avançamos um pas
6 de mar.26 min de leitura


Prefácio: As origens da criatividade e da esperança - reflexões psicanalíticas a partir de Melanie Klein e Donald Winnicott
Prefácio do livro As origens da criatividade e da esperança - reflexões psicanalíticas a partir de Melanie Klein e Donald Winnicott de Maysa Bezerra, escrito por Marina F. Ribeiro. Quero ignorado, e calmo Por ignorado, e próprio Por calmo, encher meus dias De não querer mais deles. Aos que a riqueza toca O ouro irrita a pele. Aos que a fama bafeja Embacia-se a vida. Aos que a felicidade É sol, virá a noite. Mas ao que nada espera Tudo que vem é grato. Fernando Pessoa. Sinto-m
23 de jan.7 min de leitura


Sinfonia dos afetos: reverie e simbolização no pensamento de Elias e Elizabeth da Rocha Barros
Este artigo foi publicado no Jornal de Psicanálise em 2025, sob autoria de Ana Fátima Aguiar [1] e Marina F. Ribeiro [2]. Resumo: Este artigo propõe uma reflexão sobre a construção dos processos de simbolização à luz da noção de reverie, com base nas contribuições teórico-clínicas de Elias e Elizabeth da Rocha Barros. Os psicanalistas brasileiros criam o conceito de pictogramas afetivos para se referirem a imagens compostas por elementos carregados de expressividade simbólica
22 de jan.19 min de leitura


Em meio a belas e feras: pensando vínculos a partir da obra de Melanie Klein
Este capitulo de livro foi publicado em "Vínculos e suas interfaces psicanalíticas" da Editora Escuta, em 2025. Em meio a belas e feras: pensando vínculos a partir da obra de Melanie Klein Autores: Bruno O. Marte [1] e Marina F. R. Ribeiro ]2]. [...] o prazer que o bebê foi capaz de vivenciar no passado, por sentir-se amado e amoroso, transfere-se mais tarde na vida não somente às suas relações com pessoas, o que é muito importante, mas também ao seu trabalho e a tudo por que
19 de dez. de 202528 min de leitura


Tão longe, tão perto: notas sobre a vitalização no atendimento em linha
Este artigo foi publicado no Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (Cadernos de Psicanálise) em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Fátima Flórido César. Resumo: Este trabalho aborda o atendimento on-line, aqui denominado “atendimento em-linha”, situando-o no contexto da psicanálise como intrinsecamente ligada à virtualidade. Refletimos sobre a importância de estratégias vitalizantes diante das transformações do enquadre e das particularidades de patologias não neuróti
2 de dez. de 202523 min de leitura


Do superego insone/insano ao acalanto criativo de si
Este artigo foi publicado no Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (Cadernos de Psicanálise) em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Bruno O. Marte. Resumo: Neste trabalho, serão investigados os empecilhos e as condições para que a função psicanalítica da personalidade do analista esteja operante. Com esse intuito, propomos uma noção espectral do superego, visando a apreensão da amplitude de suas manifestações, para então, verificarmos em que medida, aquilo que denomina
2 de dez. de 202533 min de leitura


Dimensões vitalizantes da presença e o lugar do prazer no encontro analítico
Este artigo foi publicado na Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Fátima Flórido César. Resumo: No campo da psicanálise, a dor é comumente entendida como motor de transformação, em detrimento do prazer. Há, porém, psicanalistas que destacam que experiências prazerosas também podem gerar desenvolvimento, configurando-se como vetores de vitalização. Winnicott, Ferro, Civitarese, Anne Alvarez, Bollas e Rachael Peltz sã
2 de dez. de 202526 min de leitura


Ateliê de sonhos e não-sonhos: uma reflexão sobre o conceito de enactment a partir do filme Trama Fantasma
Este é um capítulo do livro "Entre sombas e luzes: o cinema e a experiência estética do psicanalista", publicado em 2025 pela Editora Zagodoni. O artigo foi escrito por Marina Ribeiro, Camila Young e Luan Ricardo. No vai e vem da agulha, exploramos o conceito de enactment a partir dos estudos de Roosevelt Cassorla, articulando-o ao filme Trama Fantasma . Embora originado no contexto clínico, buscamos expandi-lo para pensar as dinâmicas intersubjetivas que o cinema permite e
1 de dez. de 202518 min de leitura


Potencialidades transformativas do encontro estético: um estudo de caso
Este artigo foi publicado em 2025 na Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. Autores: Janderson Farias Silvestre Ramos e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar, a posteriori, uma experiência clínica vivida em um contexto institucional. Trata-se de um paciente que frequentava um grupo centrado em torno da música e que apresentou transformações subjetivas e relacionais. Investigamos os elementos da experiência vivida com es
28 de out. de 202530 min de leitura
![Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.jpg/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.webp)
![Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.jpg/v1/fill/w_514,h_386,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.webp)
Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]
Este artigo foi publicado em 2023 no Jornal de Psicanálise. Autores: Péricles Pinheiro Machado Jr. [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3] Resumo: O autor elabora um debate sobre o uso das contribuições de Bion na elaboração de trabalhos científicos. Propõe que a premissa epistemológica enunciada por Bion em Aprender da experiência e aprofundada ao longo de sua extensa obra revela uma lógica abdutiva pela qual procura-se apreender o fenômeno humano no contato direto com o o
28 de out. de 202522 min de leitura


Destinatários do amor - Continentes para a função psicanalitica da personalidade
Este artigo foi publicado em 2025 na Revista Ide (São Paulo). Autora: Marina F. R. Ribeiro [1] Francesca [2] e Bion em Brasília, 1975 (Acervo da SBPSP). Ah… a delicadeza do amor… força e fragilidade… o vivo requer espaço e tempo… é água que escorre, transborda e se espalha no espaço consentido. Em um depoimento gravado em vídeo, Octavio Paz diz: Eu não sei se o amor é conhecimento, como pensava Platão. Creio que o amor é reconhecimento, reconhecemos uma imagem muito antiga q
28 de out. de 202513 min de leitura
Marina Ferreira da Rosa Ribeiro
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